
Foto: Unsplash/Solen Feyissa
O Google iniciou a liberação gradual de uma das funcionalidades mais aguardadas do Gmail: a possibilidade de alterar o endereço de e-mail principal sem precisar criar uma nova conta.
A novidade representa uma mudança significativa na forma como o serviço funciona. Até então, usuários que desejavam trocar o endereço @gmail.com precisavam criar uma nova conta e migrar manualmente seus dados. Agora, será possível manter todo o histórico — incluindo e-mails, arquivos e configurações — mesmo após a alteração.
Como funciona a mudança de endereço no Gmail
Com o novo recurso, o usuário poderá escolher um novo endereço disponível e vinculá-lo à mesma conta. O e-mail antigo não é excluído: ele passa a funcionar como um endereço alternativo (alias), permitindo receber mensagens normalmente na mesma caixa de entrada.
Além disso, tanto o endereço antigo quanto o novo poderão ser usados para login nos serviços do Google, mantendo a continuidade da experiência digital.
A funcionalidade está sendo liberada de forma gradual e pode ainda não estar disponível para todos os usuários.
Limitações e regras da nova função
Apesar da flexibilidade, a mudança traz algumas restrições importantes. Após alterar o endereço, o usuário não poderá modificar ou excluir o novo e-mail por um período de 12 meses.
Também existe um limite de alterações: será possível fazer até três mudanças ao longo do tempo, totalizando no máximo quatro endereços vinculados à mesma conta.
Outro ponto relevante é que o endereço antigo continua vinculado ao usuário e não poderá ser utilizado por outras pessoas.
Mudança histórica no Gmail
A atualização é considerada uma das mais relevantes da história do Gmail, lançado em 2004. Durante anos, a impossibilidade de alterar o endereço principal foi uma das principais críticas dos usuários.
Agora, com a nova funcionalidade, o Google busca tornar o serviço mais flexível e adaptado às mudanças na vida digital das pessoas, especialmente em casos de rebranding pessoal ou profissional.
A expectativa é que o recurso seja expandido globalmente ao longo de 2026.
Fonte: G1

